segunda-feira, 7 de agosto de 2017

BNCC

Do site: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/


A Base Nacional Comum Curricular é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica. Conforme definido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996), a Base deve nortear os currículos dos sistemas e redes de ensino das Unidades Federativas, como também as propostas pedagógicas de todas as escolas públicas e privadas de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, em todo o Brasil.

A Base estabelece conhecimentos, competências e habilidades que se espera que todos os estudantes desenvolvam ao longo da escolaridade básica. Orientada pelos princípios éticos, políticos e estéticos traçados pelas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, a Base soma-se aos propósitos que direcionam a educação brasileira para a formação humana integral e para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Preparem-se para a terceira fase

Olá,

estão preparados para a terceira fase?

Na segunda fase você descobriu que a internet pode oferecer uma série de perigos para crianças, jovens e até mesmo adultos.

Para se preparar para a terceira fase cada grupo deverá buscar as instruções que estarão disponíveis no seguinte local:



Nesse local vocês receberão um envelope com instruções para a realização da terceira fase. Mas devem ir antes do dia 31 de julho. Podem inclusive ligar para verificar os horários em que o CNA está aberto.
Existe um envelope para cada grupo.

Atenção: os envelopes estarão disponíveis a partir do dia 27/julho
Quando chegarem ao local, vocês só poderão receber o envelope com as próximas instruções se seguirem as seguintes regras:

1) ao menos três membros do grupo devem estar no local ao mesmo tempo (não é necessário todo o grupo). Se organizem. Vejam que estratégia irão utilizar.
2) os integrantes do grupo devem participar de uma atividade direcionada no local, indicada pelo pessoal do CNA Ponta Verde.

Boa sorte a todos.
Bom estudo!

Prof. Fernando Pimentel

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Third stage

Hello!

Curious to know about the next phase?

Good.
In the beginning, it is good to be attentive. At any time, the information may appear ...!

Stay tuned.
The instructions will appear at the following address ...

Rua Js Frr Mr, 244, 

It will not be that simple.
It can be anywhere on the map below ...


segunda-feira, 17 de julho de 2017

MINHA VIDA EM PERIGO

MINHA VIDA EM PERIGO
Essa atividade foi organizada originalmente pelo Prof. Luís Paulo Leopoldo Mercado, disponibilizada no blog http://ticeducaufal.blogspot.com.br/

Parabéns a você e a seu grupo, se chegou na 2ª fase de nossa trilha.

Nessa fase os grupos devem: escolher um dos desafios da Internet (listados abaixo) e criar um vídeo sobre o tema. Devem gravar o vídeo com câmera fotográfica ou smartphone e devem postar no Youtube, compartilhando o link na Fan Page do grupo.

Qual o desafio de vocês? 

No desafio de vocês nessa segunda fase, só ganha acesso a próxima fase o grupo quem postar o vídeo no youtube e inserir o link na Fan Page no grupo. 

Pois bem, dando continuidade aos nossos estudos vamos compreender os desafios e riscos relacionados ao uso da internet e analisar as interdependências envolvendo o comportamento dos usuários das TIC. Para trabalhar este tema com recursos das TIC, além das leituras e assistência aos vídeos, utilizaremos recursos para gravação de um vídeo sobre o tema.

Mas para gravar o vídeo de vocês, vamos primeiro fundamentar o que temos que apresentar no vídeo?

Inicialmente assistam ao vídeo Perigo na Tela e trabalhar com leituras de artigos de revistas online a seguir, que abordam diversas temáticas relacionadas aos perigos na internet: exposição excessiva, prejuízos á imagem das pessoas, risco à aprendizagem, sexo online, compras online.



A Era do exibicionismo digital (Isto é, 13/12/2013), disponível no link:http://istoe.com.br/339503_A+ERA+DO+EXIBICIONISMO+DIGITAL/

O risco da compra on-line (Época, 12/11/2011), disponível no link: http://revistaepoca.globo.com/Vida-util/noticia/2011/11/o-risco-da-compra-line.html

A era das grosserias on-line (Época, 08.08.2015), disponível no link:


Infância Hi-Tech  (Época, 03/11/2003), disponível em:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG60988-6014,00-INFANCIA+HITECH.html

Cyberbullying: a violência virtual (Revista Nova Escola junho/julho 2010), disponível no link:http://novaescola.org.br/formacao/cyberbullying-violencia-virtual-bullying-agressao-humilhacao-567858.shtml

O Lado Negro do Facebook (Revista Superinteressante Junho 2015), disponível no link: http://super.abril.com.br/tecnologia/o-lado-negro-do-facebook

Desafios e riscos relacionados ao conteúdo online.

Adaptado do ‘‘Youth Protection RoundtableTool Kit’’, publlicado por Stiftung Digitale Chancen, em 2009.

Conteúdo impróprio por faixa etária: a internet oferece uma gama de conteúdos para todos os tipos de usuários. Encontram-se os principais interesses da maioria, bem como os interesses de grupos específicos. Mesmo assim, nem todos os conteúdos devem estar acessíveis para crianças e jovens. Por isso, é preciso decidir cuidadosamente quais conteúdos são apropriados para quais grupos etários. Deve-se dedicar atenção especial aos conteúdos que não são ilegais em geral, mas podem prejudicar os jovens usuários. Conteúdos impróprios, como no caso da pornografia adulta, podem prejudicar as crianças mais novas se elas forem intencionalmente expostas a eles. O risco de deparar-se com conteúdos impróprios para faixas etárias pode resultar tanto da própria conduta dos usuários que os buscam deliberadamente, mas também do fato de terem sido encontrados por acaso, sem intenção. Os conteúdos que não são apropriados para todos os grupos etários podem ser disponibilizados por razões comerciais, mas também intencionalmente pelos próprios usuários. Os primeiros podem ser restringidos a grupos reservados de usuários, enquanto que os conteúdos gerados pelos usuários estão, em sua maioria, disponíveis publicamente e, por isso, necessitam de atenção especial. Como, nos dias de hoje, muitas crianças e jovens possuem telefones celulares com aplicativos multimídia e acesso à internet, deve-se considerar que eles podem acessar conteúdos impróprios para sua idade independentemente, sem orientação de um adulto. Os aparelhos celulares também permitem que as crianças produzam seus próprios conteúdos em qualquer momento, contribuindo assim com o aumento do volume de conteúdos produzidos pelos usuários.

Conteúdos ilegais (por exemplo, racismo e pornografia infantil): o tipo de conteúdo classificado como ilegal depende basicamente das leis nacionais, ainda que alguns tipos de conteúdos sejam proibidos na maioria dos países. Apesar disso, os conteúdos ilegais estão disponíveis e podem ser acessados acidental ou deliberadamente por crianças e jovens. Deve-se também prestar atenção à possibilidade de crianças e jovens serem vítimas de conteúdos ilegais, por exemplo, por meio do registro e da exibição de imagens ou vídeos de abusos infantis.

Falta de verificação de conteúdo: como os conteúdos disponíveis pela internet não são frequentemente verificados por uma fonte independente, é importante que os jovens aprendam a lê-los com olhar crítico e a não aceitarem tudo o que é dito de maneira irrefletida. Os conteúdos gerados pelos usuários, típicos do ambiente da Web 2.0, podem frequentemente ser parciais, tendenciosos ou imprecisos. Os jovens usuários precisam estar atentos para os perigos de simplesmente acreditar em tudo o que leem online.

Incitação a prejudicar-se: existem muitos sites na internet que incitam seus usuários a prejudicarem a si mesmos (por exemplo, sites promovendo o suicídio, a anorexia ou o sectarismo). Com a Web 2.0 e o crescente número de possibilidades de publicação de conteúdos gerados pelos próprios usuários, o risco de exposição a conteúdos que incitam atitudes autodestrutivas está aumentando. Particularmente as crianças e os jovens, muitas vezes, não estão conseguindo avaliar de maneira realista os riscos de seguir as orientações publicadas nesses sites.

Violações de direitos humanos/difamação: com o anonimato da internet, pode-se facilmente divulgar propagandas contra certos grupos populacionais ou indivíduos. Além disso, pode-se supor que há pessoas que agem diferentemente online quando não precisam enfrentar a presença do outro ou de suas vítimas diretamente, não precisando portanto confrontarem-se com as consequências de sua conduta. Assim, o risco de violação de direitos humanos e de uma pessoa tornar-se vítima de difamações é muito maior online do que na vida real. Da mesma forma, há conteúdos difamatórios que podem ser prejudiciais às crianças e aos jovens, influenciando suas opiniões com informações mal intencionadas.

Anúncios impróprios e publicidade para crianças: anúncios impróprios referem-se aos riscos de recebimento ou exposição à divulgação de produtos e/ou serviços que sejam impróprios para crianças, como cirurgias estéticas. Quanto mais os usuários compartilharem informações privadas (por exemplo, nome, idade ou gênero), mais sujeitos eles estarão a receber anúncios ou avisos de participação em loterias. Como normalmente as crianças não têm consciência dos perigos de digitar seus nomes em campos ou caixas de texto na internet, elas correm um sério risco. Considerando a alta popularidade dos telefones celulares entre as crianças e os jovens, deve-se também prestar atenção a esse canal adicional no que tange à disseminação de anúncios.

Privacidade: uma vez publicados na internet, os conteúdos podem espalhar-se rapidamente em todo o mundo e permanecer na rede por tempo indeterminado. Os usuários, especialmente as crianças e os jovens, muitas vezes não sabem das consequências de curto e longo prazo da publicação de textos e imagens que eles não querem que estejam mais tarde publicamente disponíveis. Os dados armazenados em um servidor ou em uma plataforma podem ser facilmente acessados pelos outros, e as pessoas podem não ter noção do quão desprotegidas estão suas informações pessoais. Ao utilizar a internet, é preciso estar completamente consciente do ambiente em que se está trabalhando.

Violações de direitos autorais: a violação de direitos autorais é um risco ligado principalmente à conduta dos próprios usuários. Independentemente de um direito autoral ser violado de maneira deliberada ou acidental, a violação é vista como uma fraude pelo detentor do direito, e isso gera riscos de punições para quem cometeu tal violação.

Recomendações perniciosas: fóruns, blogs e outras áreas de relacionamento na internet proporcionam plataformas para o intercâmbio de informações e recomendações entre os usuários. Isso pode tornar-se uma ajuda valiosa, mas também pode facilitar o contato com pessoas suspeitas ou até mesmo perigosas. O risco de recebimento de recomendações perniciosas, em particular para as crianças e os jovens, é mais intenso nas plataformas de redes sociais ou outros aplicativos da Web 2.0 que nos sites regulares.

Roubo de identidade: é a apropriação e o uso da identidade eletrônica de outras pessoas (por exemplo, nome de usuário e senha) com a intenção de cometer fraudes comerciais e de outra natureza, e de beneficiar-se delas. O roubo de identidade é um risco crescente à medida que o número de identidades virtuais aumenta com o número de pessoas online e, em especial, com o aumento no uso de serviços personalizados.

Roubo de dinheiro/phishing: o termo phishing refere-se ao processo de capturar detalhes bancários, principalmente os números de identificação pessoal (PINs) e os números de autenticação de transação (TANs), com a intenção de violar as contas bancárias das pessoas. Os jovens têm uma propensão menor de reconhecer um site falso e, por isso, correm maior risco de fornecer seus dados bancários.

Fraude comercial: uma fraude comercial acontece quando um vendedor finge vender bens ou serviços que, após o pagamento, terminam não tendo as características prometidas ou sequer são enviados ou prestados. Ela também pode resultar do roubo de identidades e da fraude de phishing. Outra fonte de fraude comercial pode ser a venda de serviços digitais (por exemplo, um toque de celular) por um preço abusivo e injusto, frequentemente casada a uma assinatura um serviço que o comprador não tinha em vista. Na maioria dos casos, os usuários (e, em particular, os jovens e as crianças) não estão conscientes das consequências de tais contratos acordados online.

Pedofilia: refere-se à prática de pedófilos de usar a internet como uma maneira de contatar crianças e jovens sem que seja necessário revelar suas identidades adultas. Eles frequentemente constroem sua estratégia aproveitando-se da vontade que as crianças têm de fazer amigos e estar próximas dos outros. Todas as áreas da internet que oferecem plataformas de contato e intercâmbio pessoal podem tornar-se bases para uma aproximação pedófila. Como foi mencionado acima, o telefone celular (como um mecanismo adicional para contatar as pessoas e acessar as redes sociais) deve ser levado fortemente em consideração neste caso, especialmente devido ao fato de que as crianças veem seus telefones celulares como uma parte específica de suas vidas privadas e estão normalmente sozinhas ao usá-los. Assim, com o aumento das tecnologias de comunicação celular e das redes sociais, o risco de tornar-se vítima de pedofilia e de aceitar um convite perigoso tornou-se muito mais acentuado.

Bullying: diversos tipos de bullying (intimidação) parecem ser sempre parte da vida das pessoas. Essa atitude é certamente simplificada pela internet, em função do anonimato proporcionado pelo meio. As crianças e os jovens em particular correm o risco de ser tanto as vítimas quanto os ofensores. Assim, o bullying está relacionado à própria conduta de cada pessoa, bem como à conduta dos outros. A publicação de conteúdos, como imagens difamatórias, pode ser considerada um tipo de bullying, mas o fenômeno está principalmente relacionado ao contato online. Como já foi mencionado, os telefones celulares multifuncionais são frequentemente usados para tirar fotografias com intenção de intimidar e fazer uploads das imagens na internet ou enviá-las por meio de mensagens multimídia (na sigla em inglês, MMS) a outras pessoas. Como muitas crianças e jovens têm um telefone celular equipado com uma câmera digital, o fenômeno do bullying torna-se mais fácil.

Publicação de informações particulares: ao montar um perfil em uma plataforma de rede social, os usuários são convidados a revelar informações particulares ao se apresentarem para a comunidade. Também nas salas e fóruns de bate papo, os usuários podem revelar dados particulares uns aos outros, como seu endereço ou número de telefone. Os jovens, em particular, têm menos habilidade em prever as consequências da publicação de seus dados particulares. Eles frequentemente não têm consciência de que uma sala de bate papo online não é uma área particular, e sim uma área pública.

Extrapolação de perfil (profiling): com o crescente número de perfis que uma pessoa pode publicar em diferentes plataformas, aumenta o risco de que os dados pessoais publicados em uma plataforma sejam agregados aos dados publicados em outras plataformas ou repassados a outros lugares (por exemplo, em estatísticas ou rifas). Assim, os perfis são criados possibilitando o envio de conteúdos, serviços e anúncios indesejados às pessoas. A extrapolação pode ser feita a partir de um site em que os dados pessoais são mostrados publicamente, mas uma prática ainda mais perigosa ocorre quando os perfis dos usuários (ou seus perfis parciais) são obtidos a partir de uma base de dados que está por trás do site e vendidos pelo provedor da plataforma a terceiros.

Gravem um vídeo orientando a escola, pais, professores ou alunos sobre os perigos da internet, frente a um dos desafios listados acima.

Atividade 1 - Roteiro do Vídeo
a) Descrição do tema escolhido.
b) Apresentação dos personagens.
c) Apresentação do ambiente (cenário).
d) Desenvolvimento da relação entre os personagens e o ambiente.
e) Apresentação de uma situação problema.
f) Ampliação da situação problema até chegar ao ponto alto da história.
g) Condução da história até a solução do problema e encerramento da história.

Disponibilize na FanPage do grupo o roteiro do vídeo a ser filmado.


Atividade 2 - Gravação do vídeo
a) utilize os recursos que estão a sua disposição (celular, smartphone, câmera...)
b) grave o vídeo, que deve ter entre 4 e 5 minutos e ao menos dois integrantes do grupo devem aparecer no vídeo
c) postem o vídeo no Youtube
d) inserir o link do vídeo na Fan Page no grupo.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

HQ


Para essa última fase, aguardo vocês no laboratório 3

Perigos na Cultura Digital - Trabalhando com Histórias em Quadrinhos
Essa atividade foi organizada pelo Prof. Luís Paulo Leopoldo Mercado, disponibilizada no blog http://ticeducaufal.blogspot.com.br/

Nesta atividade vamos compreender os desafios e riscos relacionados ao uso da internet e analisar as interdependências envolvendo o comportamento dos usuários das TIC. Para trabalhar este tema com recursos das TIC, além das leituras e assistência aos vídeos, utilizaremos recursos para elaboração histórias em quadrinhos (HQ) para elaborar uma cartilha de orientação.


história em quadrinhos está associada às linguagens verbal e visual, envolvendo elementos como personagens, tempo, espaço e acontecimentos organizados em sequência. 


Stripcreator (http://www.stripcreator.com/) permite a criação, oferecendo diversos planos de fundo para vários personagens, assim como a possibilidade de acrescentar balões de fala e narração na HQ. O aluno cria tiras de quadrinhos, escolhe os personagens, cenários e as falas. Basta selecionar os personagens (existem centenas de opções), que são no máximo dois por quadrinho, depois, o cenário no qual a cena se desenrola (alguns possuem imagens realísticas) e por ultimo, o dialogo entre os personagens.

Outro exemplo de espaço para construção de histórias em quadrinhos online é o HagáQuê (http://www.nied.unicamp.br/?q=content/hag%C3%A1qu%C3%AA) editor de histórias em banda desenhada com um banco de imagens com os diversos componentes para a construção de uma HQ (cenário, personagens) e vários recursos de edição destas imagens. A realização dos quadrinhos envolve a invenção do argumento, a sua sequenciação, a elaboração do roteiro, o planejamento, a definição dos personagens, os sucessivos passos da realização gráfica) que sempre deve finalizar com a publicação dos trabalhos resultantes, elaborando revistas escolares específicas e difundindo-as no ambiente escola.

Para construirmos uma HQ vamos assistir o vídeo Perigo na Tela e trabalhar com leituras de artigos de revistas online a seguir, que abordam diversas temáticas relacionadas aos perigos na internet: exposição excessiva, prejuízos á imagem das pessoas, risco à aprendizagem, sexo online, compras online.



A Era do exibicionismo digital (Isto é, 13/12/2013), disponível no link:http://istoe.com.br/339503_A+ERA+DO+EXIBICIONISMO+DIGITAL/

O risco da compra on-line (Época, 12/11/2011), disponível no link: http://revistaepoca.globo.com/Vida-util/noticia/2011/11/o-risco-da-compra-line.html

A era das grosserias on-line (Época, 08.08.2015), disponível no link:


Infância Hi-Tech  (Época, 03/11/2003), disponível em:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG60988-6014,00-INFANCIA+HITECH.html

Cyberbullying: a violência virtual (Revista Nova Escola junho/julho 2010), disponível no link:http://novaescola.org.br/formacao/cyberbullying-violencia-virtual-bullying-agressao-humilhacao-567858.shtml

O Lado Negro do Facebook (Revista Superinteressante Junho 2015), disponível no link: http://super.abril.com.br/tecnologia/o-lado-negro-do-facebook

Desafios e riscos relacionados ao conteúdo online.

Adaptado do ‘‘Youth Protection RoundtableTool Kit’’, publlicado por Stiftung Digitale Chancen, em 2009.

Conteúdo impróprio por faixa etária: a internet oferece uma gama de conteúdos para todos os tipos de usuários. Encontram-se os principais interesses da maioria, bem como os interesses de grupos específicos. Mesmo assim, nem todos os conteúdos devem estar acessíveis para crianças e jovens. Por isso, é preciso decidir cuidadosamente quais conteúdos são apropriados para quais grupos etários. Deve-se dedicar atenção especial aos conteúdos que não são ilegais em geral, mas podem prejudicar os jovens usuários. Conteúdos impróprios, como no caso da pornografia adulta, podem prejudicar as crianças mais novas se elas forem intencionalmente expostas a eles. O risco de deparar-se com conteúdos impróprios para faixas etárias pode resultar tanto da própria conduta dos usuários que os buscam deliberadamente, mas também do fato de terem sido encontrados por acaso, sem intenção. Os conteúdos que não são apropriados para todos os grupos etários podem ser disponibilizados por razões comerciais, mas também intencionalmente pelos próprios usuários. Os primeiros podem ser restringidos a grupos reservados de usuários, enquanto que os conteúdos gerados pelos usuários estão, em sua maioria, disponíveis publicamente e, por isso, necessitam de atenção especial. Como, nos dias de hoje, muitas crianças e jovens possuem telefones celulares com aplicativos multimídia e acesso à internet, deve-se considerar que eles podem acessar conteúdos impróprios para sua idade independentemente, sem orientação de um adulto. Os aparelhos celulares também permitem que as crianças produzam seus próprios conteúdos em qualquer momento, contribuindo assim com o aumento do volume de conteúdos produzidos pelos usuários.

Conteúdos ilegais (por exemplo, racismo e pornografia infantil): o tipo de conteúdo classificado como ilegal depende basicamente das leis nacionais, ainda que alguns tipos de conteúdos sejam proibidos na maioria dos países. Apesar disso, os conteúdos ilegais estão disponíveis e podem ser acessados acidental ou deliberadamente por crianças e jovens. Deve-se também prestar atenção à possibilidade de crianças e jovens serem vítimas de conteúdos ilegais, por exemplo, por meio do registro e da exibição de imagens ou vídeos de abusos infantis.

Falta de verificação de conteúdo: como os conteúdos disponíveis pela internet não são frequentemente verificados por uma fonte independente, é importante que os jovens aprendam a lê-los com olhar crítico e a não aceitarem tudo o que é dito de maneira irrefletida. Os conteúdos gerados pelos usuários, típicos do ambiente da Web 2.0, podem frequentemente ser parciais, tendenciosos ou imprecisos. Os jovens usuários precisam estar atentos para os perigos de simplesmente acreditar em tudo o que leem online.

Incitação a prejudicar-se: existem muitos sites na internet que incitam seus usuários a prejudicarem a si mesmos (por exemplo, sites promovendo o suicídio, a anorexia ou o sectarismo). Com a Web 2.0 e o crescente número de possibilidades de publicação de conteúdos gerados pelos próprios usuários, o risco de exposição a conteúdos que incitam atitudes autodestrutivas está aumentando. Particularmente as crianças e os jovens, muitas vezes, não estão conseguindo avaliar de maneira realista os riscos de seguir as orientações publicadas nesses sites.

Violações de direitos humanos/difamação: com o anonimato da internet, pode-se facilmente divulgar propagandas contra certos grupos populacionais ou indivíduos. Além disso, pode-se supor que há pessoas que agem diferentemente online quando não precisam enfrentar a presença do outro ou de suas vítimas diretamente, não precisando portanto confrontarem-se com as consequências de sua conduta. Assim, o risco de violação de direitos humanos e de uma pessoa tornar-se vítima de difamações é muito maior online do que na vida real. Da mesma forma, há conteúdos difamatórios que podem ser prejudiciais às crianças e aos jovens, influenciando suas opiniões com informações mal intencionadas.

Anúncios impróprios e publicidade para crianças: anúncios impróprios referem-se aos riscos de recebimento ou exposição à divulgação de produtos e/ou serviços que sejam impróprios para crianças, como cirurgias estéticas. Quanto mais os usuários compartilharem informações privadas (por exemplo, nome, idade ou gênero), mais sujeitos eles estarão a receber anúncios ou avisos de participação em loterias. Como normalmente as crianças não têm consciência dos perigos de digitar seus nomes em campos ou caixas de texto na internet, elas correm um sério risco. Considerando a alta popularidade dos telefones celulares entre as crianças e os jovens, deve-se também prestar atenção a esse canal adicional no que tange à disseminação de anúncios.

Privacidade: uma vez publicados na internet, os conteúdos podem espalhar-se rapidamente em todo o mundo e permanecer na rede por tempo indeterminado. Os usuários, especialmente as crianças e os jovens, muitas vezes não sabem das consequências de curto e longo prazo da publicação de textos e imagens que eles não querem que estejam mais tarde publicamente disponíveis. Os dados armazenados em um servidor ou em uma plataforma podem ser facilmente acessados pelos outros, e as pessoas podem não ter noção do quão desprotegidas estão suas informações pessoais. Ao utilizar a internet, é preciso estar completamente consciente do ambiente em que se está trabalhando.

Violações de direitos autorais: a violação de direitos autorais é um risco ligado principalmente à conduta dos próprios usuários. Independentemente de um direito autoral ser violado de maneira deliberada ou acidental, a violação é vista como uma fraude pelo detentor do direito, e isso gera riscos de punições para quem cometeu tal violação.

Recomendações perniciosas: fóruns, blogs e outras áreas de relacionamento na internet proporcionam plataformas para o intercâmbio de informações e recomendações entre os usuários. Isso pode tornar-se uma ajuda valiosa, mas também pode facilitar o contato com pessoas suspeitas ou até mesmo perigosas. O risco de recebimento de recomendações perniciosas, em particular para as crianças e os jovens, é mais intenso nas plataformas de redes sociais ou outros aplicativos da Web 2.0 que nos sites regulares.

Roubo de identidade: é a apropriação e o uso da identidade eletrônica de outras pessoas (por exemplo, nome de usuário e senha) com a intenção de cometer fraudes comerciais e de outra natureza, e de beneficiar-se delas. O roubo de identidade é um risco crescente à medida que o número de identidades virtuais aumenta com o número de pessoas online e, em especial, com o aumento no uso de serviços personalizados.

Roubo de dinheiro/phishing: o termo phishing refere-se ao processo de capturar detalhes bancários, principalmente os números de identificação pessoal (PINs) e os números de autenticação de transação (TANs), com a intenção de violar as contas bancárias das pessoas. Os jovens têm uma propensão menor de reconhecer um site falso e, por isso, correm maior risco de fornecer seus dados bancários.

Fraude comercial: uma fraude comercial acontece quando um vendedor finge vender bens ou serviços que, após o pagamento, terminam não tendo as características prometidas ou sequer são enviados ou prestados. Ela também pode resultar do roubo de identidades e da fraude de phishing. Outra fonte de fraude comercial pode ser a venda de serviços digitais (por exemplo, um toque de celular) por um preço abusivo e injusto, frequentemente casada a uma assinatura um serviço que o comprador não tinha em vista. Na maioria dos casos, os usuários (e, em particular, os jovens e as crianças) não estão conscientes das consequências de tais contratos acordados online.

Pedofilia: refere-se à prática de pedófilos de usar a internet como uma maneira de contatar crianças e jovens sem que seja necessário revelar suas identidades adultas. Eles frequentemente constroem sua estratégia aproveitando-se da vontade que as crianças têm de fazer amigos e estar próximas dos outros. Todas as áreas da internet que oferecem plataformas de contato e intercâmbio pessoal podem tornar-se bases para uma aproximação pedófila. Como foi mencionado acima, o telefone celular (como um mecanismo adicional para contatar as pessoas e acessar as redes sociais) deve ser levado fortemente em consideração neste caso, especialmente devido ao fato de que as crianças veem seus telefones celulares como uma parte específica de suas vidas privadas e estão normalmente sozinhas ao usá-los. Assim, com o aumento das tecnologias de comunicação celular e das redes sociais, o risco de tornar-se vítima de pedofilia e de aceitar um convite perigoso tornou-se muito mais acentuado.

Bullying: diversos tipos de bullying (intimidação) parecem ser sempre parte da vida das pessoas. Essa atitude é certamente simplificada pela internet, em função do anonimato proporcionado pelo meio. As crianças e os jovens em particular correm o risco de ser tanto as vítimas quanto os ofensores. Assim, o bullying está relacionado à própria conduta de cada pessoa, bem como à conduta dos outros. A publicação de conteúdos, como imagens difamatórias, pode ser considerada um tipo de bullying, mas o fenômeno está principalmente relacionado ao contato online. Como já foi mencionado, os telefones celulares multifuncionais são frequentemente usados para tirar fotografias com intenção de intimidar e fazer uploads das imagens na internet ou enviá-las por meio de mensagens multimídia (na sigla em inglês, MMS) a outras pessoas. Como muitas crianças e jovens têm um telefone celular equipado com uma câmera digital, o fenômeno do bullying torna-se mais fácil.

Publicação de informações particulares: ao montar um perfil em uma plataforma de rede social, os usuários são convidados a revelar informações particulares ao se apresentarem para a comunidade. Também nas salas e fóruns de bate papo, os usuários podem revelar dados particulares uns aos outros, como seu endereço ou número de telefone. Os jovens, em particular, têm menos habilidade em prever as consequências da publicação de seus dados particulares. Eles frequentemente não têm consciência de que uma sala de bate papo online não é uma área particular, e sim uma área pública.

Extrapolação de perfil (profiling): com o crescente número de perfis que uma pessoa pode publicar em diferentes plataformas, aumenta o risco de que os dados pessoais publicados em uma plataforma sejam agregados aos dados publicados em outras plataformas ou repassados a outros lugares (por exemplo, em estatísticas ou rifas). Assim, os perfis são criados possibilitando o envio de conteúdos, serviços e anúncios indesejados às pessoas. A extrapolação pode ser feita a partir de um site em que os dados pessoais são mostrados publicamente, mas uma prática ainda mais perigosa ocorre quando os perfis dos usuários (ou seus perfis parciais) são obtidos a partir de uma base de dados que está por trás do site e vendidos pelo provedor da plataforma a terceiros.

Construa uma Cartilha na forma de história em quadrinhos (com no mínimo 12 quadrinhos) orientando a escola, pais, professores ou alunos em como lidar com os perigos da internet, frente a um dos desafios listados.

Atividade 1 - Roteiro da História em Quadrinho
a) Descrição do tema escolhido.
b) Apresentação dos personagens.
c) Apresentação do ambiente (cenário).
d) Desenvolvimento da relação entre os personagens e o ambiente.
e) Apresentação de uma situação problema.
f) Ampliação da situação problema até chegar ao ponto alto da história.
g) condução da história até a solução do problema e encerramento da história.

Disponibilize no blog da dupla/trio o roteiro da história a ser construída.
Sites de Histórias ilustradas em Quadrinhos
Make Beliefs Comix – http://www.makebeliefscomix.com/
Moovly – www.moovly.com
Pixton – www.pixton.com
Storybird – www.storybird.com
StoryBoard That – www.storyboardthat.com
Strip Generator – http://www.stripgenerator.com/
Strip. Creator – www.stripcreator.com
Toondoo – www.toondoo.com
Witty Comics – www.wittycomics.com
Zodourst – http://zooburst.com

Atividade 2 - Construção da Cartilha na forma de história em quadrinhos

Disponibilize a história em quadrinho (cartilha) elaborada no blog da dupla/trio.